O acúmulo de gordura no fígado pode levar ao desenvolvimento de formas mais graves de doenças hepáticas, como a esteato-hepatite não alcoólica (EHNA) que, se não tratada adequadamente, pode evoluir para cirrose e até mesmo câncer hepático. O aumento dessa condição reflete mudanças no estilo de vida moderno, como dietas ricas em gorduras saturadas e baixo nível de atividade física. A doença hepática esteatótica metabólica (DHEM) pode evoluir para formas mais graves, como esteato-hepatite não alcoólica (EHNA), que pode levar à cirrose e câncer hepático se não tratada adequadamente. O acúmulo de gordura no fígado resulta de processos patológicos, como resistência à insulina, aumento da lipogênese hepática e diminuição da oxidação de ácidos graxos. Inflamação crônica, estresse oxidativo e dislipidemia são fatores que agravam o quadro da doença. Obesidade visceral, diabetes tipo 2, sedentarismo e alimentação inadequada são fatores de risco importantes para o desenvolvimento da DHEM. Estudos indicam que a DHEM está associada a aumento do risco cardiovascular devido a distúrbios metabólicos, resistência à insulina e inflamação sistêmica. A adoção de mudanças no estilo de vida, como dietas balanceadas e exercícios regulares, tem mostrado eficácia na reversão da condição hepática e na redução do risco cardiovascular. Diagnóstico precoce e manejo adequado são essenciais para evitar complicações graves.